Watch me burn

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As coisas boas que ficaram porque sempre foram nossas, mas que não sabemos o que fazer com elas

Parece que passaram uma massa corrida de secagem rápida no céu, ou passaram um branquinho – ponderava enquanto a água do café esquentava. Uniformidade e preenchimento se vestia de infinito e é por isso que ninguém acredita de verdade verdadeira que o universo tem ponta, não fomos feitos para acreditar nisso, ou eu não fui.AsContinuar lendo “As coisas boas que ficaram porque sempre foram nossas, mas que não sabemos o que fazer com elas”

Eu e todos os demônios do inferno

Mergulhada em um azul infinito, onde o céu não espelhava, mas refletia. O lugar em que se está dizia muito sobre si.Eu tentava ignorar o perfume perturbadoramente doce que tomava qualquer ambiente para si, não conseguia respirar sem sentir culpa. Tinha a crença que não existia nada em mim que pudesse ser salvo, as suasContinuar lendo “Eu e todos os demônios do inferno”

Selvagem e quieto

Eu sempre me senti uma viajante, sempre senti a mochila pesada nas costas e a mala pronta do lado da porta. As vezes as pessoas já não estão quando vão partir, mas não faz diferença porque a despedida nunca é pra quem fica, nunca. Mapeei dimensões com monólogos e aquela velha melancolia que se apropriavaContinuar lendo “Selvagem e quieto”

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